JORNALISTA FORMADA NA FUNORTE CONQUISTA SONHADO LUGAR AO SOL

  • Graduada em 2017 é repórter da revista Ana Maria Digital, da Editora Caras 
  • Juliana Ribeiro é do Norte de Minas e faz parte de uma importante revista brasileira, a amiga da dona de casa
Foto álbum pessoal
SUCESSO - Juliana Ribeiro elogia o corpo docente “de excelência” da Funorte.

MONTES CLAROS  - Natural de Glaucilândia, a norte-mineira Juliana Ribeiro, de 35 anos, é egressa do curso de Jornalismo das Faculdades Integradas do Norte de Minas (Funorte). Graduada em 2017, mora em São Paulo atualmente e trabalha como repórter na revista Ana Maria Digital, da Editora Caras.
Juliana conta que escolheu o curso porque sempre gostou da área de comunicação e sonhava em ser jornalista. “Lembro quando, ainda criança, brincava de ser repórter e afirmava aos quatro cantos que essa seria a minha profissão. Concluir a graduação foi, sem dúvidas, a realização de um sonho”, afirma.
Sobre a escolha da instituição, a jornalista diz que “a Funorte possui um corpo docente de excelência e, especialmente, no curso de Jornalismo, os alunos têm um apoio excepcional da coordenação, o que faz toda a diferença”.
Para Juliana, o período na faculdade foi de muito aprendizado e amadurecimento. “Não vou dizer que foi um período fácil, mas posso afirmar que tive a oportunidade de entender exatamente o que eu queria para a minha vida profissional”, ressalta a jornalista, que completa: “Tive mestres incríveis e dedicados e alguns deles são presentes em minha vida até hoje. Ali conheci colegas que se tornaram amigos e nos apoiamos e torcemos uns pelos outros. Então, posso afirmar que os anos na faculdade foram muito, muito importantes e enriquecedores”.
De acordo com ela, um dos pontos positivos da profissão é ser uma área abrangente, que gera diferentes oportunidades, de acordo com a aptidão de cada um: fotojornalismo, TV, impresso, internet, assessoria, etc. “Além disso, eu adoro não ter uma rotina definida e o Jornalismo me possibilita isso. Em um dia posso fazer a cobertura de um desfile e em outro uma matéria sobre esporte nas comunidades, por exemplo. Essa possibilidade de transitar em mundos diferentes enche os meus olhos e me ensina demais”, conta.
A jornalista resgata dos quatro anos de jornada na faculdade recordações de “companheirismo e parceria com os colegas, que se tornaram amigos muito queridos. Os meus desafios internos, que foram superados no dia a dia, sendo encarados de frente, quase que diariamente. A troca com os mestres também foi muito marcante e ainda lembro da correria do TCC, já no final do curso”.
Para chegar a atuar como repórter da revista Ana Maria Digital, da editora Caras, a jornalista conta que precisou mudar de cidade e correr atrás do seu sonho. “Depois que me mudei para São Paulo, há dois anos, consegui um trabalho como repórter em um jornal local, onde tive uma experiência enriquecedora. Depois de sair de lá, trabalhei em outras áreas, mas sempre fazendo “freelance” no Jornalismo, escrevendo para sites e redes sociais. Além disso, decidi investir em cursos na área. Neste ano, participei de uma seleção na Caras e, finalmente, fui selecionada”, revela Juliana.
Para quem pretende seguir na área de comunicação social, como jornalista, Juliana orienta a se dedicar a muitos estudos e experiências profissionais. “Façam estágio durante o curso, esse é realmente o pontapé inicial para futuras oportunidades na profissão. Façam cursos além do que é oferecido na academia, de acordo com a sua aptidão e, claro, sempre de olho nas exigências do mercado. Além disso, estude outra língua. A maior parte das vagas exige no mínimo inglês intermediário, então, se puder fazer, faça”, instrui.
“A dica mais importante é: não desista dos seus objetivos, nunca! Eu acredito que, se estudarmos, nos prepararmos e buscarmos a oportunidade certa, no final, dá certo”, aconselha Juliana.
AMOR À PROFISSÃO
“Quem cursa Jornalismo hoje em dia faz realmente por amor à profissão. Além de ser uma área muito concorrida e com baixa remuneração, é um mercado que exige cada vez mais dos profissionais. Se por um lado isso dificulta, por outro, nos estimula a aperfeiçoar e estudar sempre, para conquistar o tão sonhado ‘lugar ao sol’’’, pondera Juliana Ribeiro.
Sobre o futuro, a jornalista mantém grandes expectativas. “Eu vivo um dia de cada vez. Sempre quis trabalhar em redação e a experiência que vivo hoje não poderia ser melhor. Quanto ao futuro, pretendo continuar estudando e, em breve, criar novos roteiros para documentários, que é outra grande paixão”, conta ainda. (Fonte: O Norte, 03/09/2019)

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