PROFESSORES FAZEM PROTESTO CONTRA ATRASO DOS SALÁRIOS E OCUPAM O ACESSO AO GABINETE DO PREFEITO DE MONTES CLAROS

Fotos divulgação
Acesso ao gabinete do prefeito de Montes Claros ocupado pelos professores da rede municipal nesta quinta-feira, 20 de dezembro.

MONTES CLAROS – Os professores da rede municipal continuam o protesto nas dependências da Prefeitura de Montes Claros para exigir o pagamento do salário de novembro, que pela primeira vez nos últimos anos, chega a 19 dias atrasado. Na manhã desta quinta-feira, dia 20 de dezembro, o movimento avançou e ocupa o acesso ao gabinete do prefeito Humberto Souto.
Professores da Prefeitura de Montes Claros clamam pelo recebimento do salário de novembro nesta terceira semana de dezembro de 2018.

Na terça-feira, 18, os educadores protestaram no plenário da Câmara de Vereadores e em frente da prefeitura. Houve uma reunião com o prefeito, no entanto as tratativas não avançaram.
A Prefeitura de Montes Claros foi notificada pela Justiça a prestar esclarecimentos pelo não pagamento do salário de novembro aos servidores da educação. O mandado foi expedido na terça-feira, dia 18, pela juíza Rozana Siqueira da Paixão, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Montes Claros. Segundo o documento, o prefeito Humberto Souto teria que prestar “com urgência, com prazo de 24 horas, informações pelo não pagamento dos professores”. Em despacho que acompanhou o mandado, disse basear sua posição “em razão da gravidade da medida pleiteada”.
Indignados com o atraso dos salários, professores sentam no chão e ocupam o corredor e sala próximos ao gabinete do prefeito de Montes Claros.
Também na terça-feira, 18, após toda a polêmica gerada em reunião com o prefeito, a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Sistema Público Municipal de Montes Claros (Sind-Educamoc) acionou o Ministério Público.

Manifesto dos professores da rede municipal de Ensino na Prefeitura de Montes Claros pelo salário de novembro e que a situação de atraso no pagamento não volte a acontecer.
Montes Claros chegou a declarar estado de calamidade financeira no fim de novembro por causa da falta de repasses do governo de Minas. Segundo a prefeitura, a dívida do Estado com o município já superou R$ 100 milhões. (Fonte: jornal O Norte e jornal Gazeta Norte mineira)

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