AGROPECUÁRIA

PRESIDENTE DO SINDICATO DE JANAÚBA PARTICIPA EM BRASÍLIA DE ENCONTRO DE LIDERANÇAS RURAIS MINEIRAS

Foto CNA

Presidente do Sindicato Rural de Janaúba, José Aparecido Mendes, de terno preto sem gravata no centro da primeira fila.

A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Conselho Deliberativo do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), senadora Kátia Abreu, fez na quinta-feira, dia 8, um relato das ações executadas pelas duas entidades para 160 lideranças sindicais rurais de Minas Gerais, dentre elas o presidente do Sindicato Rural de Janaúba, José Aparecido Mendes Santos, que foram a Brasília participar do “Campo vai à CNA”.
Kátia Abreu explicou aos representantes mineiros que o objetivo é mostrar algumas injustiças que têm prejudicado o setor agropecuário por vários anos. “O que queremos é combater os preconceitos contra nós e buscarmos o diálogo para sermos melhor compreendidos. Hoje somos acusados de caloteiros, destruidores do meio ambiente, escravocratas, mas nada disso é verdade”, disse a senadora.
Uma das ações citadas por Kátia Abreu foi o Projeto Biomas. Esta iniciativa está sendo implementada em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para conciliar a produção de alimentos, sem deixar de lado a questão ambiental, preservando a cobertura vegetal nativa nos seis biomas brasileiros (Amazônia, Cerrado, Caatinga, Pampa, Mata Atlântica e Pantanal). “Vamos mostrar que somos a agropecuária mais eficiente do planeta. Somos líderes na produção e temos 56% de cobertura vegetal preservada, na frente de países que nos criticam mas que praticamente acabaram com suas vegetações nativas”, destacou.
Outro programa abordado pela senadora foi o Mãos que Trabalham, desenvolvido pelo SENAR para orientar o produtor rural no cumprimento da legislação trabalhista. Apesar desta finalidade, a presidente da CNA revelou às lideranças mineiras que o principal objetivo deste programa é mostrar que a Norma Regulamentadora (NR) 31, que define as regras de saúde e segurança do trabalho no meio rural, é inaplicável na íntegra. A NR 31 tem 252 exigências. “A NR não foi feita para beneficiar o trabalhador, e sim para punir o patrão, mas a realidade do setor é outra. Se muitos itens forem retirados, não farão falta aos trabalhadores”, argumentou.

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